"Sempre que houver alternativas seja cauteloso. Não opte pelo conveniente, pelo confortavel, pelo respeitável, pelo socialmente aceitável, pelo honroso. Opte por aquilo que faz o seu coração vibrar. Opte pelo que gostaria de fazer, apesar de todas as consequências."
quarta-feira, 13 de abril de 2011
terça-feira, 12 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Meu amor por vocês é eterno
Me respondem existe algo mais maravilhoso, carinhoso, que ouvir todos os dias "EU TE AMO"?
Como é bom! Ainda mais quando sabemos e sentimos que é puro e verdadeiro.
Não poderia descrever em palavras o quanto é bom.
Mas é a sensação mais linda que já senti e sinto todos os dias.
Me traz alegria e muita paz.
Me sinto realizada.
Como os amo!
E amo demais, um amor puro e único.
Meus filhos, amor da minha vida, motivo que me faz viver e viver cada dia mais.
Encanto da minha alma.
Vida da minha vida.
Eu os amo tanto!
E os amo cada dia mais.
Esse sim é o verdadeiro amor eterno, o amor de mãe, puro, sem limites, sem medo.
Me ama como sou com meus erros e acertos.
Diz que me ama todos os dias e me faz sentir a mãe mais linda do mundo.
Eu os amo meus filhos, muito, muito, muito........para sempre.
Sou muito feliz por vocês serem os melhores filhos.
ROSE, LUCAS E MATHEUS AMOR ETERNO.
Rose Castro
Como é bom! Ainda mais quando sabemos e sentimos que é puro e verdadeiro.
Não poderia descrever em palavras o quanto é bom.
Mas é a sensação mais linda que já senti e sinto todos os dias.
Me traz alegria e muita paz.
Me sinto realizada.
Como os amo!
E amo demais, um amor puro e único.
Meus filhos, amor da minha vida, motivo que me faz viver e viver cada dia mais.
Encanto da minha alma.
Vida da minha vida.
Eu os amo tanto!
E os amo cada dia mais.
Esse sim é o verdadeiro amor eterno, o amor de mãe, puro, sem limites, sem medo.
Me ama como sou com meus erros e acertos.
Diz que me ama todos os dias e me faz sentir a mãe mais linda do mundo.
Eu os amo meus filhos, muito, muito, muito........para sempre.
Sou muito feliz por vocês serem os melhores filhos.
ROSE, LUCAS E MATHEUS AMOR ETERNO.
Rose Castro
quarta-feira, 6 de abril de 2011
DESPEDIDA
Existem duas dores de amor:
A primeira é quando a relação termina e a gente,
seguindo amando, tem que se acostumar com a ausência do outro,
com a sensação de perda, de rejeição e com a falta de perspectiva,
já que ainda estamos tão embrulhados na dor
que não conseguimos ver luz no fim do túnel.
A segunda dor é quando começamos a vislumbrar a luz no fim do túnel.
A mais dilacerante é a dor física da falta de beijos e abraços,
a dor de virar desimportante para o ser amado.
Mas, quando esta dor passa, começamos um outro ritual de despedida:
a dor de abandonar o amor que sentíamos.
A dor de esvaziar o coração, de remover a saudade, de ficar livre,
sem sentimento especial por aquela pessoa. Dói também…
Na verdade, ficamos apegados ao amor tanto quanto à pessoa que o gerou.
Muitas pessoas reclamam por não conseguir se desprender de alguém.
É que, sem se darem conta, não querem se desprender.
Aquele amor, mesmo não retribuído, tornou-se um souvenir,
lembrança de uma época bonita que foi vivida…
Passou a ser um bem de valor inestimável, é uma sensação à qual
a gente se apega. Faz parte de nós.
Queremos, logicamente, voltar a ser alegres e disponíveis,
mas para isso é preciso abrir mão de algo que nos foi caro por muito tempo,
que de certa maneira entranhou-se na gente,
e que só com muito esforço é possível alforriar.
É uma dor mais amena, quase imperceptível.
Talvez, por isso, costuma durar mais do que a ‘dor-de-cotovelo’
propriamente dita. É uma dor que nos confunde.
Parece ser aquela mesma dor primeira, mas já é outra. A pessoa que nos
deixou já não nos interessa mais, mas interessa o amor que sentíamos por
ela, aquele amor que nos justificava como seres humanos,
que nos colocava dentro das estatísticas: “Eu amo, logo existo”.
Despedir-se de um amor é despedir-se de si mesmo.
É o arremate de uma história que terminou,
externamente, sem nossa concordância,
mas que precisa também sair de dentro da gente…
E só então a gente poderá amar, de novo.
Martha Medeiros
Medo do amor
Medo de amar? Parece absurdo, com tantos outros medos que temos que enfrentar: medo da violência, medo da inadimplência, e a não menos temida solidão, que é o que nos faz buscar relacionamentos. Mas absurdo ou não, o medo de amar se instala entre as nossas vértebras e a gente sabe por quê.
O amor, tão nobre, tão denso, tão intenso, acaba. Rasga a gente por dentro, faz um corte profundo que vai do peito até a virilha, o amor se encerra bruscamente porque de repente uma terceira pessoa surgiu ou simplesmente porque não há mais interesse ou atração, sei lá, vá saber o que interrompe um sentimento, é mistério indecifrável. Mas o amor termina, mal-agradecido, termina, e termina só de um lado, nunca se encerra em dois corações ao mesmo tempo, desacelera um antes do outro, e vai um pouco de dor pra cada canto. Dói em quem tomou a iniciativa de romper, porque romper não é fácil, quebrar rotinas é sempre traumático. Além do amor existe a amizade que permanece e a presença com que se acostuma, romper um amor não é bobagem, é fato de grande responsabilidade, é uma ferida que se abre no corpo do outro, no afeto do outro, e em si próprio, ainda que com menos gravidade.
E ter o amor rejeitado, nem se fala, é fratura exposta, definhamos em público, encolhemos a alma, quase desejamos uma violência qualquer vinda da rua para esquecermos dessa violência vinda do tempo gasto e vivido, esse assalto em que nos roubaram tudo, o amor e o que vem com ele, confiança e estabilidade. Sem o amor, nada resta, a crença se desfaz, o romantismo perde o sentido, músicas idiotas nos fazem chorar dentro do carro.
Passa a dor do amor, vem a trégua, o coração limpo de novo, os olhos novamente secos, a boca vazia. Nada de bom está acontecendo, mas também nada de ruim. Um novo amor? Nem pensar. Medo, respondemos.
Que corajosos somos nós, que apesar de um medo tão justificado, amamos outra vez e todas as vezes que o amor nos chama, fingindo um pouco de resistência mas sabendo que para sempre é impossível recusá-lo.
Martha Medeiros
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